sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

ACBR reforça pedido feito ao IEMA do mapeamento de risco da Ultragaz

19/12/2011
REALMENTE VÁRIOS MORADORES JÁ RECLAMARAM COMIGO SOBRE O FORTE ODOR DE GÁS DA EMPRESA ULTRAGAZ. CHEGUEI ATÉ A LIGAR E  PARA A SEMAM – SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE E VÁRIAS PESSOAS TAMBÉM LIGARAM. SE VOCÊ ESTA SE SENTINDO PREJUDICADO LIGUE PARA A PREFEITURA DE ARACRUZ PARA O SETOR DE OUVIDORIA: 08002839263, SEMAM:3296 1082 e IEMA: 36362565. JÚLIO CEZAR, PRESIDENTE DA AMBSPPC.
ANP informa que as instalações de armazenamento e distribuição de GLP da Ultragás localizadas no km 27 da Rodovia Aracruz a Barra do Riacho, em Aracruz, conta com dois vasos de pressão, perfazendo o total de 240 m³ de GLP. Neste local o gás e retirado de um caminhão e envasado em botijas menores.
VEJA ESTA MATÉIA ABAIXO:
Cristina Moura
A comunidade de Barra do Riacho está reclamando de um forte odor de gás. Os moradores acreditam que a empresa Ultragaz seria a responsável pelo incômodo. Praticamente toda semana, o presidente da Associação Comunitária de Barra do Riacho (ACBR) afirmou que recebe várias reclamações sobre o problema. Diante desta e de outras situações relacionadas à questão ambiental, a associação resolveu reforçar o pedido de mapeamento de risco, enviado ao Instituto Estadual de Meio Ambiente (Iema).
 
Nesta semana, a ACBR começou a organizar um abaixo-assinado pedindo explicações à Secretaria de Meio Ambiente do município de Aracruz sobre licenciamentos concedidos a empresas que lidam com produtos químicos. Segundo o presidente da associação, Paulo Flávio Machado, o pedido será protocolado em caráter de urgência. A associação quer que a prefeitura não conceda qualquer licenciamento de operação a empresas na região, sem antes dialogar com a comunidade.


Outra providência será a solicitação ao Iema. Segundo Paulo, o mapa é de extrema importância, pois pode apontar com precisão quais são as áreas mais afetadas. “Nossa comunidade está cercada de perigo. Precisamos saber qual a rota de fuga, em caso de acidentes”, explicou.    
A comunidade está pedindo mais atenção por parte dos órgãos públicos, pois não recebe resposta dos encaminhamentos. Há quase um ano, a associação enviou ao Iema, por e-mail, o pedido do mapeamento. Até essa sexta-feira (16) a ACBR não obteve resposta. Outro pedido ainda não respondido, desde julho, foi enviado à Secretaria de Meio Ambiente do município, pedindo cópias de todos os documentos e condicionantes das áreas ocupadas pelas empresas recém-instaladas. Também não houve resposta.

Explicações da Ultragaz
A Ultragaz, procurada por Século Diário, se pronunciou por meio da sua assessoria de comunicação, que atua na cidade de São Paulo, junto à sede da empresa. Em nota, enviada por email, a empresa informa que, em todas as áreas que atua, tem forte interação com as comunidades onde está inserida. Além disso, explica a nota, “a companhia tem um compromisso e um programa estruturado de Sustentabilidade e de atuação responsável tanto no plano social, quanto no ambiental.”

A empresa também explicou que é a única de Gás LP (Liquefeito de Petróleo) na região de Aracruz e uma das primeiras a se instalar na área industrial de Barra do Riacho. A Ultragaz acredita que tem contribuído para o desenvolvimento da cidade, gerando emprego, renda e impostos.
“Por sua atuação próxima às comunidades, a companhia está sempre atenta às preocupações e às demandas das lideranças comunitárias e espera poder dissipar qualquer desconforto a partir do diálogo com a comunidade”, explicou. A Ultragaz garantiu, ainda, que vai buscar um contato com as lideranças comunitárias para estabelecer um processo de diálogo.

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